sexta-feira, 24 de março de 2017

Hambúrguer de Couve-Flor



Aqui está uma forma de pôr crianças a comer couve-flor sem queixas, e muito pelo contrário, com grande satisfação. Que o diga o Duarte, que já não sendo propriamente criança, mas que nunca gostou deste legume, nem sequer sendo propriamente adepto de comida vegetariana, se rendeu a estes hambúrgueres incondicionalmente. 
De fácil e rápida confecção, são deliciosos!



Hambúrguer de Couve-Flor 
Ingredientes:
Um pé de couve-flor
Dois ovos
Uma chávena de queijo mozarela
Sal e pimenta

Como fazer:
Picar a couve-flor crua, no processador, até ficar com aspecto de farinha; juntar os ovos batidos, o queijo e o sal e pimenta a gosto. Envolver tudo.
Untar com azeite uma sertã anti-aderente e aquecer; colocar a massa obtida às colheradas ( com a colher do gelado), e alisar com ajuda da pá de cozinha, fazendo o formato de hambúrguer. Deixar fritar em lume moderado cerca de 5 minutos de cada lado. Colocar queijo num dos hambúrgueres, pôr o outro por cima e deixar derreter. 
Servir com uma salada, e molho de alho,  o nosso sabor favorito nestas coisas de hambúrgueres.

quarta-feira, 22 de março de 2017

🎵Who run the world? Girls! 🎶

 
Via Renascença

E quando se fala das conquistas dos direitos das mulheres, como se efectivas fossem, e nos deparamos com uma página destas, onde as referências são apenas masculinas ( com excepção para Madame Le Pen e uma motorista da Uber), vê-se que pensar que estamos quase lá, não é senão música para nos entreter.

segunda-feira, 20 de março de 2017

A evolução do "sexting" ?


Via

"Sexting" resulta da junção das palavras sex + texting (sexo + envio de texto), para designar o envio de imagens de jovens com pouca roupa ou eróticas, através dos telemóveis ou computadores. 

Resultado do acesso fácil e privado à Internet, este fenómeno passa um pouco alheio aos pais e adultos, que frequentemente nem sequer imaginam o que os filhos fazem. Normalmente, a pratica de sexting faz-se entre namorados, porém quando estes acabam, ou se zangam, o que era privado, torna-se público, resultando num enorme embaraço e vergonha difícil de suportar, ou pior ainda, em bullying.

Todavia, é uma prática que está a vulgarizar-se, e a sair da esfera dos conhecidos. Devido à facilidade com que as pessoas se conhecem nas redes sociais, começando a interagir com uma naturalidade que não é reflexo da vida real, os relacionamentos à distância depressa se tornam íntimos. 

Esta constatação é do conhecimento comum, e os grupos criminosos já compreenderam a potencialidade deste mercado. Funcionam como call centers, em África e Ásia, utilizando fotos falsas e roubadas nos perfis, como engodo nas seduções cibernéticas. Ganham a confiança das vítimas, gravam as imagens comprometedoras, e fazem chantagem:  -Para não as tornar públicas, tens que me pagar xxx€!

A inexperiência e credulidade dos jovens, torna-os alvo fácil para quem pretende ganhar com esquemas fraudulentos e praticamente isentos de risco. 
Nestes casos, a vergonha é maior, a necessidade de manter o segredo é vital. Portanto, quando a disponibilidade financeira não existe, a saída pode ser o suicídio. 
A Polícia diz que este tipo de crime está em expansão, e que a resposta é a prevenção; conversar com os jovens e alertá-los para estes factos, mostrar-lhes notícias, partilhar casos. E sobretudo dizer-lhes que em situação alguma estarão sozinhos; tranquilizá-los para que conversem, procurem conselhos com algum adulto.

O mundo tecnológico está a mudar demasiado depressa, não nos dando tempo para prever determinadas situações, nem antever respostas. Temos que nos adaptar, permanecendo vigilantes e com o sentido crítico alerta.

quinta-feira, 16 de março de 2017

A caminho da Escola



Há uns tempos circulou nas redes sociais um artigo intitulado como "os caminhos para a escola mais perigosos do mundo", que era de facto impressionante. Acompanhado de imagens, o texto tornava-se mil vezes mais eloquente, pouco deixando à imaginação.  Certamente essa dura realidade fez pensar muitos de nós, pais preocupados, que acompanhamos os filhos à Escola diariamente, transportando-os de carro em trajectos de 10 minutos. Um passeio doce, contrastando com outras realidades.
Entretanto, encontrei por acaso "A caminho da escola", um documentário de Pascal Plisson no TVCINE2, que partilha as tais realidades duras e perigosas, para crianças que vão à escola. O Jackson de 11 anos, e a irmã, do Quénia, que percorrem 15 km, durante 2 horas diariamente, por terrenos selvagens, correndo perigo de vida devido aos elefantes. 
A Zahira, de 12 anos do Alto Atlas em Marrocos, que todas as segundas-feiras caminha 22 kms, durante 4 horas, por caminhos inclinados, estreitos e pedregosos. 
O Carlitos e a irmã, da Patagónia, que cavalgam os 18 kms, por 1h30 todas as manhãs, através de carreiros solitários feitos pela natureza, inclinados e escorregadias.
E o Samuel da Índia, de 13 anos  e paralítico, com os dois irmãos mais novos, que fazem 4 kms em 1h15 para chegar à escola, através do terreno arenoso, no qual a cadeira de rodas é puxada pelos irmãos pequenos.

Todos eles enfrentam forças verdadeiramente dissuasoras, porém preserveram,  aprumam-se, preocupam-se com a pontualidade e os resultados, e são óptimos alunos. Têm sonhos bonitos, de sucesso e solidariedade, e contra todas as probabilidades acredito que os alcancem, pois dão provas de uma vontade indómita.  Vontade essa, que falta muitas vezes aos nossos filhos, que tendo todos os confortos e facilidades, nada valorizam, e nada desejam. 
Um documentário excelente, para ver em família.

segunda-feira, 13 de março de 2017

O exemplo vem de cima?

 
Via

"Um estudo sobre hábitos tabágicos, que envolveu 3289 alunos do 7º ao 12º ano de 20 escolas de Coimbra , revela que 21% dos estudantes fumam - e que metade o faz regularmente ( meio maço de cigarros/dia). Ainda segundo os resultados da investigação aproada pelo Ministério da Educação, a maioria dos alunos fumadores ( 51.9%) diz que os pais fumam em casa. Para a Fundação Portuguesa do Pulmão, a sensibilização familiar é por isso fundamental."
In revista Sábado, 19-25 de Novembro de 2015

A mim serviu-me de exemplo ao contrário, porém para o meu pai o exemplo do seu foi seguido. Dizia-me ele que na época fumar estava na moda, que dava um certo status, e que não se falava de como era mau para a saúde. Tinha  estas desculpas e justificações, embora então já soubesse que fumar poderia ser um vício fatal, e para ele foi.
Actualmente, não há desculpas nem justificações que isentem os fumadores; a informação está amplamente difundida, os avisos de que o tabaco vicia mais do que o haxixe, e causa mais danos são divulgados periodicamente.
Portanto, fazem mal a si mesmos os fumadores, com a conivência da Lei, e apenas nisso poderão encontrar desculpa.   

sexta-feira, 10 de março de 2017

Caril de Coco Fácil #Vegetariana


É uma refeição tão boa, fácil e rápida! 

 Caril de Coco Fácil *
Ingredientes
1 colher de sopa (15 ml) de óleo de coco ou azeite

1 cebola pequena, picada
4 dentes de alho picados      
1 colher de sopa de gengibre ralado  
1 copo de pés de brócolos
1/2 chávena de cenoura cortada em cubos
1/4 chávena de tomate em cubos 
1/2 chávena de ervilhas de quebrar    
1 colher de sopa (8 g) de caril em pó
Uma
Pitada de pimenta caiena ou 1 pimentão vermelho seco, cortado em cubos conforme o gosto de picante

2 Latas (396 g) de leite de coco 
1 chávena (240 ml) de caldo de vegetais
Sal marinho e pimenta preta a gosto 

Quinoa:1 lata (396 g) de leite de coco
1 chávena (170 g) de quinoa branca

Sumo de limão fresco, coentros, hortelã e / ou manjericão, flocos de pimenta vermelha


Como fazer:  
Comece por lavar cuidadosamente a quinoa em água corrente, através de um coador fino. Cozer a quinoa numa caçarola, com uma chávena de leite de coco e uma chávena de água, e uma pitada de sal. Reduzir o calor depois de ferver, e cozinhar por 15 minutos ou até que a quinoa fique leve e fofa, e o líquido absorvido. Reserve até servir.
    
Enquanto isso,
coloque 1 colher de sopa de óleo de coco, ou azeite,  numa panela grande. Adicione a cebola, alho, gengibre, cenoura, brócolos e uma pitada de sal e pimenta, e mexa. Cozinhe, mexendo com frequência, até amolecer - cerca de 5 minutos.
    
Adicione o caril em pó, pimenta de caiena (ou pimentão), caldo de vegetais, leite de coco, outra pitada de sal e mexa. Deixar ferver, reduzir o lume ligeiramente e continuar a cozinhar por 10-15 minutos.
    
Adicione as ervilhas e tomates nas últimas 5 minutos para que eles não cozam demais.
    
Prove e ajuste os temperos conforme necessário.
    
Sirva sobre a quinoa de coco e decore com sumo de limão e ervas frescas.


* Blogue Minimalist Baker